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Aprovado programa de aulas complementares para alunos que vão fazer Enem

O projeto é voltado para atender estudantes da rede pública
Aprovado programa de aulas complementares para alunos que vão fazer Enem

Um Projeto de Lei, que cria um programa de aulas complementares para alunos da rede pública que vão fazer o Enem, foi aprovado na Câmara dos Deputados na última quarta-feira, 16 de agosto. A proposta da Lei 1050/21 contempla os estudantes do último ano do ensino médio.


Com base na emenda do PL 1050/21, o Programa de Apoio da União aos Estados e ao Distrito Federal tem o objetivo de fortalecer a preparação dos estudantes para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e para os processos seletivos de ingresso no ensino superior. A proposta será enviada ao Senado.


O que diz o PL 1050/21 sobre as aulas complementares para o Enem


A proposta do Projeto de Lei 1050/21 é de autoria do deputado Pastor Gil (PL-MA). De acordo com as possibilidades de cada rede pública, haverá as aulas complementares para o Enem que incluem atividades de orientação e de reforço de estudos, nas modalidades presencial e virtual.


Com base na Agência Câmara de Notícias, a renda líquida arrecadada, de um concurso por ano, das loterias de prognósticos numéricos (Mega-Sena, Quina, entre outras) vai ser destinada ao Tesouro Nacional para financiar o programa. Essa renda líquida "resulta da arrecadação total do concurso, deduzidas as parcelas para despesas de custeio e manutenção do agente operador da loteria e o pagamento de prêmios e o recolhimento do imposto de renda incidente sobre a premiação", diz o texto.


Itens que serão considerados para a distribuição de recursos


Haverá um regulamento para definir como os recursos federais serão distribuídos para o programa. Serão considerados pontos como: a quantidade de alunos matriculados em cada rede pública estadual e do Distrito Federal cursando o último ano do ensino médio, com jornada escolar inferior a sete horas, e a proporção de estudantes que estejam em situação de vulnerabilidade socioeconômica.


Outro ponto que deve ser observado é número de horas complementares necessárias, em cada rede pública, para que os alunos alcancem as sete horas diárias de estudo, presenciais ou virtuais, em 200 dias letivos anuais. O programa vigorará por cinco anos e, após esse período, deverá ser avaliado e revisto.


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Fonte: Agência Câmara de Notícias

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