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Argentina

Postado por Márcia Macedo em 19/08/2019

Segundo maior país da América do Sul


A Argentina tem o nome oficial de República Argentina. Seu nome surgiu do latim “argentum” que quer dizer “prata”. O país é banhado pelo Oceano Atlântico e levou o nome de “Argentina” porque acreditava-se, que lá existia muita prata. Sua capital é Buenos Aires.

A nação está situada ao sul da América do Sul, sendo o segundo maior país sul-americano. Ela faz fronteira com Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai e Brasil, sendo que os estados  brasileiros que fazem fronteira com o país são: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A Argentina está entre os dez maiores países do mundo, sendo o segundo maior em extensão territorial do continente sul-americano, com cerca de 2.780.000 km² e o terceiro mais populoso, ficando atrás do Brasil e da Colômbia. Seu sistema de governo é  República Presidencialista, o catolicismo é a religião predominante e o espanhol é a língua oficial.


Avenida do centro de Buenos Aires, que leva ao Obelisco, monumento erguido na Praça da República. (Foto: Pixabay) 

Bandeira da Argentina


A bandeira é um dos principais símbolos oficiais da República Argentina. Outros símbolos importantes do país são: Escudo da República, Hino Nacional e o Laço Nacional.
 
Ela é formada por três faixas horizontais que possuem o mesmo tamanho, sendo a primeira e a última na cor azul-celeste e uma faixa branca no meio. No centro da faixa branca, está o símbolo do Sol de Mayo

Até o ano de 1985, a nação usava dois modelos distintos de bandeiras: a civil e a de guerra. O que diferenciava as duas bandeiras é que na bandeira de guerra, havia o Sol de Maio no centro. Já na bandeira civil, só existiam as duas faixas azul-celeste e uma branca. 

A partir de 1985 o modelo de bandeira em que havia o Sol passou a ser utilizada em todas as circunstâncias. Cada cor que constitui a bandeira do país, possui um significado:

Azul-celeste – azul do céu
Branco – as nuvens e o sentimento de paz e pureza
Amarelo “ouro” e marrom – o Sol


Bandeira da Argentina. (Foto: Wikipédia)

As cores da bandeira representam a Casa de Bourbon, linhagem de uma família nobre europeia. A casa real europeia era originária do centro da França.

No meio da bandeira está o Sol de Mayo, um dos símbolos oficiais do país. Ele é formado por 32 raios, 16 deles são retos e 16 são ondulados, em torno da figura do Sol com a imagem de um rosto humano. Ele representa o deus do Sol da mitologia Inca, Apu Inti.

O Sol de Maio é uma referência à Revolução de Maio, que aconteceu entre os dias 18 e 25 de maio de 1810. Esse evento marcou o começo do processo de independência da Argentina, antes conhecida como Vice-Reino do Rio da Prata.

A bandeira atual do país foi elaborada pelo advogado, economista, intelectual e militar Manuel Belgrano (1770 – 1820). A bandeira foi apresentada em 27 de fevereiro de 1812, como símbolo da Independência.

Ela foi produzida em Rosário, maior cidade da Província de Santa Fé, região central do país. Foi hasteada primeiramente, no topo da Igreja de São Nicolau de Bari, no dia 23 de agosto de 1812. 

A bandeira foi apresentada de forma oficial como símbolo argentino em 20 de julho de 1816, junto com a Declaração da Independência da Argentina. O Sol de Maio só foi incorporado no ano de 1818, através de votação do Congresso.


Centro Histórico de Buenos Aires, capital da Argentina. (Foto: Wikipédia)

Economia


A economia da Argentina é a segunda mais expressiva do continente sul-americano, ficando atrás somente do Brasil. A agricultura do país é bem desenvolvida por causa dos solos férteis da Pampa. O país se destaca na produção de algodão, batata, cevada, erva-mate, girassol, milho, soja e trigo.

A pecuária é outra atividade desenvolvida que exerce fundamental importância na economia do país. Esse segmento faz com que a Argentina seja um grande produtor de carne de vaca, fazendo uso de moderna tecnologia de refrigeração e processamento dessa carne.

O país também é um forte fabricante de vinho, classificado na quinta posição como maior produtor mundial da bebida. A nação também ganhou notoriedade porque possui extensa diversidade no setor industrial, com destaque para os setores alimentício, automobilístico e têxtil, além das grandes reservas de minérios.

O turismo também é uma atividade econômica de grande destaque. Alguns destinos imperdíveis são:

Bariloche - San Carlos de Bariloche é uma cidade localizada na região da Patagônia argentina, conhecida pela arquitetura de estilo alpino suíço, pelo chocolate e pela gastronomia interessante. É um destino muito procurado por que gosta de neve, além de possuir uma paisagem natural deslumbrante, é muito propícia para a prática de caminhadas e esportes como o esquiar nas montanhas e exploração da região dos lagos.
Buenos Aires - é a capital do país, uma cidade cosmopolita, com vários prédios imponentes do século XIX.
Cataratas do Iguaçu - formam um conjunto de 275 quedas d’água no rio Iguaçu e tem o mesmo nome do lado brasileiro. Esse espetáculo da natureza fica entre o Parque Nacional do Iguaçu - estado do Paraná, Brasil e o Parque Nacional Iguazú - Província de Misiones, Argentina. É considerado Patrimônio Natural Mundial, pela UNESCO.
Ushuaia - é uma cidade que fica no arquipélago da Terra do Fogo, é a cidade mais austral do mundo, conhecida como “a cidade do fim do mundo”. Lá foi construído no ano de 1903, o Museu do Fim do Mundo.

Ditadura


A ditadura civil-militar que aconteceu na Argentina durante os anos de 1976 e 1983 provocou sérios impactos na sociedade e atualmente, isso ainda é vivenciado naquela nação, os desdobramentos desse terrível período ainda são constantes. Muitas mortes, inúmeros desaparecimentos, vários sequestros e adoções ilegais, são heranças perversas daquela época. 

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A Convenção de Viena, que entrou em vigor em 1980, baseia-se no Direito Internacional para assinatura de tratados firmados entre nações.

A conurbação é o resultado do crescimento horizontal das cidades, sendo também a principal formadora das chamadas regiões metropolitanas.

O Consenso de Washington, apoiado por instituições financeiras mundiais, visava a ampliação do neoliberalismo em países latino-americanos.

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