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Bandeira dos Estados unidos

Postado por Camila Mendonça em 21/05/2019

Principal símbolo da nação americana


A bandeira dos Estados Unidos é o símbolo de maior representação da nação. Antes de chegar a versão atual, passou por 26 modificações, incluindo alterações na quantidade de estrelas e listras. Atualmente,  é composta por 13 listras brancas e vermelhas, e 50 estrelas azuis.

As estrelas representam cada estado da nação americana. São eles: Alasca, Dakota do Norte, Vermont, Wyoming, Luisiana, Kentucky, Oregon, Oklahoma, Connecticut, Iowa, Mississippi, Arkansas, Kansas, Utah, Nevada, Novo México, Virgínia Ocidental, Nebraska, Idaho, Havaí, Maine, Nova Hampshire, Rhode Island, Montana, Delaware, Dakota do Sul, Califórnia, Texas, Nova Iorque, Flórida, Illinois, Pensilvânia, Ohio, Michigan, Geórgia, Carolina do Norte, Nova Jérsei, Virgínia, Washington, Massachusetts, Indiana, Arizona, Tennessee, Missouri, Maryland, Wisconsin, Minnesota, Colorado, Alabama, Carolina do Sul, além do Distrito de Colúmbia.

A bandeira ainda é conhecida pelas expressões “The Stars and Stripes”, que na língua portuguesa significa "as estrelas e as faixas" e “Old Glory”, que quer dizer "glória antiga". Essa última, inclusive, foi bastante popular entre os anos de 1912 e 1959, quando a bandeira dos Estados Unidos tinha apenas 48 estrelas.

Significado da bandeira dos Estados Unidos


O desenho da bandeira dos Estados Unidos surgiu como uma proposta do primeiro presidente do país, George Washington (1732-1799), durante as guerras contra a Inglaterra. Como principal líder das tropas americanas nos conflitos, ele pediu a uma costureira da Pensilvânia que confeccionasse uma bandeira representando a união de todos os soldados. 

O presidente então entregou um desenho feito por ele. A mulher guardou o desenho e fez um modelo parecido, porém com algumas modificações, já que a bandeira entregue ainda guardava o símbolo do seu colonizador, a Inglaterra. O presidente não hesitou e aprovou as modificações e, além disso,  acrescentou mais uma mudança. O utensílio já havia sido modelado outras 26 vezes.

Atualmente, a bandeira dos Estados Unidos é composta por 13 listras horizontais, nas cores vermelha e branca, e mais 50 estrelas azuis. A quantidade de listras representa o número de colônias que lutaram contra as forças colonizadoras durante a independência.

Conforme a heráldica, ciência que estuda os brasões, o branco significa a pureza e a inocência, o azul representa a justiça e a perseverança, e a cor vermelha traduz o valor e a resistência do povo americano no decorrer das lutas.

A versão atual da bandeira dos Estados Unidos foi aprovada pelo Congresso americano no dia 14 de junho de 1977. Além disso, ela foi a primeira bandeira a ser erguida na superfície lunar, no dia 21 de julho de 1969.


Bandeira dos Estados unidos na superfície lunar. (Foto: PXhere)

Independência dos Estados Unidos


Como foi mencionado no tópico anterior, além das estrelas, as treze listras na horizontal são elementos significativos dentro da bandeira dos Estados Unidos, pois contam a história da independência do país. 

Antes de conquistar sua autonomia, os Estados Unidos era formado por treze colônias, todas localizadas na Costa Leste. No início do século XVIII, essas colônias eram usadas pelos ingleses como uma forma de obter lucros vindos de recursos minerais e vegetais.

As economia entre elas acontecia de forma bem diferente. As colônias do sul tinha uma produção voltada para o mercado externo, com base na mão de obra escrava, enquanto que a economia das colônias do norte baseava-se na pequena propriedade rural, com produção manufatureira direcionada para o mercado interno.

A posse de ambas foi decidida através de um conflito, no qual a França e a Inglaterra disputaram entre si a chamada Guerra dos Sete Anos. A Inglaterra venceu e, como consequência, passou a implantar uma série de medidas, como a criação de impostos que dificultou ainda mais a vida econômica das colônias. Um dos quesitos adotados foi o aumento de impostos com o objetivo de arcar os custos da guerra. Além disso, a metrópole implantou a:

Lei do Selo: criação de impostos sobre a circulação de mercadorias das colônias;
Lei do açúcar: desenvolvimento do monopólio do açúcar para as Antilhas Inglesas;
Lei do chá: criação do monopólio do chá para uma companhia inglesa.

Diferente das colônias do norte, que se mostravam mais independentes e organizavam as próprias reivindicações, as colônias do sul demonstravam mais dependência das metrópoles. Insatisfeitas com a política de impostos, as colônias, principalmente as do norte, organizaram dois movimentos diferentes.

Um deles aconteceu em 1774, o chamado Congresso da Filadélfia, no qual os produtores lutaram por mais liberdade política e econômica. A ideia, no entanto, não agradou os ingleses, que criaram mais impostos e aumentaram os já existentes.

A recusa fez com que as colônias optassem por outra alternativa e assim resolveram redigir a Declaração de Independência dos Estados Unidos, no ano de 1776. Na declaração eles pediam por mais igualdade e imploravam pela libertação da Inglaterra, entretanto, as solicitações também não foram atendidas.

A situação motivou uma guerra pelo país. Os americanos conseguiram vencer os ingleses com o apoio da França e Espanha, e a data de 4 de julho de 1776 ficou marcada como o dia da independência do país.

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