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CARREIRA

Dia da mentira: você já mentiu para conseguir aquela vaga de emprego desejada?

Segundo pesquisa, três a cada quatro brasileiros mentem em seus currículos. Confira!
Dia da mentira: você já mentiu para conseguir aquela vaga de emprego desejada?
Ficou atraído por uma vaga de emprego e para impressionar o recrutador resolveu usar aquela “mentirinha boba” no currículo ou até na entrevista? Neste 1 de abril, consagrado como Dia da Mentira, citamos o que pode ocorrer quando ela está relacionada à carreira profissional.

Profissionais que buscam vaga de emprego precisam ficar atentos a todas as etapas da seleção, como a análise curricular e a entrevista. Mentir e tentar enganar o recrutador, além de não ser honesto durante o processo de seleção, são capazes de trazer prejuízos e desfechos desagradáveis para o candidato.

Vale mentir no currículo para disputar uma vaga de emprego?


A resposta para essa pergunta é: nunca compensa e não se deve mentir no currículo para disputar uma vaga de emprego. Uma consultoria voltada a executivos, gerentes e subgerentes em processo de recolocação profissional, a DNA Outplacement, informou por meio de pesquisa divulgada em 2019 que três a cada quatro brasileiros mentem em seus currículos.

Com base ainda na pesquisa, informações distorcidas sobre o salário atual ou o recebido no último emprego foi identificado em 48% dos casos, enquanto a fluência em inglês chegou a 41%. O tempo de inatividade e o grau de escolaridade também estão entre os fatores observados, sendo constatadas mentiras em 12% e 10% dos casos, respectivamente.

Mentir na entrevista ou no currículo pode levar as seguintes consequências:

• Perda da vaga;
• Quebra de confiança;
• Descredibilidade da imagem no mercado de trabalho;
• Demissão por justa causa (caso seja contratado);
• Impactos na carreira profissional.


Mentiras no currículo e na entrevista


Três recrutadores entrevistando o candidato e avaliando se há mentiras no currículo.

Candidato pode ter consequências ao mentir no currículo. (Foto: Adobe Stock).


Curso de idioma: como apontado na pesquisa, fluência em língua estrangeira está entre as informações que os candidatos costumam mentir. Quando a vaga exige esse domínio, o recrutador pode solicitar demonstração. Caso isso não aconteça e o candidato seja contratado, as atividades do cotidiano no trabalho podem requerer a comunicação no idioma.

Capacitação profissional: há quem começa um curso e não conclui e existem ainda aqueles que nem sequer realizaram uma capacitação, mas insere no currículo. O orientado é sempre incluir as datas dos cursos e nunca inventar. Afinal, a empresa pode solicitar o certificado e/ou o diploma de conclusão.

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Fonte: E+B Educação | Jessica Alves

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