A psicologia pode ser usada como base para diversas profissões que necessitem estudar o comportamento do consumidor, como é o caso da neuroarquitetura. Diante da possibilidade de construir ambientes capazes de promover bem-estar, cada vez mais os profissionais estão buscando entender de neurociência para aplicar determinados conceitos na prática, como acontece na neuroarquitetura.
Neuroarquitetura é a ciência que estuda como o ambiente impacta as pessoas através da sua composição, que pode motivar ou desestimular alguém a continuar no local. Esse termo começou a ser amplamente utilizado em meados de 2003, em San Diego (Califórnia), a partir da criação de um órgão oficial a ANFA – Academy of Neuroscience for Architecture (Academia de Neurociência para Arquitetura).
Como a neuroarquitetura é aplicada?
A neuroarquitetura é aplicada tanto para ambientes domésticos quanto de trabalho. Nas empresas, ela favorece a integração, a colaboração e a produtividade dos colaboradores. Para isso, o trabalho com a neuroarquitetura auxilia na criação de projetos estratégicos que influenciam positivamente no comportamento das pessoas.
Dessa forma, a neuroarquitetura é aplicada por meio da combinação de materiais, cores, texturas, iluminação, paisagismo, dentre outros aspectos com intuito de criar ambientes que influenciam positivamente nas pessoas ali presentes.
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