O Dia do Atleta Profissional é celebrado anualmente em 10 de fevereiro no Brasil. A data é uma homenagem a todas as pessoas que escolheram seguir a profissão de atleta, oficializada no país por meio da Lei nº 9.615, de 24 de março de 1998, também conhecida como Lei Pelé. No entanto, o princípio do esporte como uma forma de trabalho remunerado aconteceu nos Jogos Olímpicos antigos, que aconteciam em Olímpia, na Grécia. Os atletas eram "patrocinados" por pessoas para treinarem a tempo integral.
Os atletas profissionais desempenham um papel fundamental na sociedade e para o desenvolvimento do esporte em suas comunidades. Suas jornadas são marcadas por sacrifícios, treinamentos intensos, competições acirradas e, acima de tudo, compromisso com a excelência. O Brasil é um país naturalmente ligado à prática esportiva, com milhões de atletas amadores ocupando as ruas, quadras, pistas, tatames e piscinas diariamente.
Para quem deseja seguir a carreira esportiva, é importante conhecer as principais diferenças entre atletas profissionais e amadores, cada uma com suas características únicas. Confira!
Cuidado com a saúde mental
O atleta profissional trabalha suas emoções para manter o foco em situações de pressão, já que as expectativas por bons resultados são constantes. Isso é parte do dia a dia, com cobranças frequentes por desempenho e classificações. Um atleta amador enfrenta desafios diferentes, concentrando-se no simples ato de participar de uma prova de ciclismo, por exemplo. Estar presente já é uma conquista pessoal, e eventuais prêmios ou medalhas são vistos como um bônus, não o objetivo principal.
Cuidado com o corpo
A diferença entre atleta amador e profissional também envolve como eles cuidam do corpo. Os atletas profissionais precisam de uma alimentação mais regrada e atenção aos remédios, já que alguns podem dar problema em testes antidoping. Mas isso não quer dizer que o atleta amador não deve se cuidar. Só significa que não precisa ser tão rigoroso quanto o atleta profissional.
Fonte de renda
Uma grande diferença entre esses dois tipos de atletas está relacionada ao dinheiro que ganham. Enquanto o atleta amador tem seu próprio emprego e sua vida não está totalmente ligada ao esporte, o profissional depende principalmente do salário, prêmios e patrocínios. Para conseguir esses apoios financeiros, o atleta profissional enfrenta uma pressão maior, precisa se manter focado, preparado e ter um bom desempenho nas competições. Devido ao orçamento limitado para esportistas, alguns ainda precisam buscar outras fontes de renda.
Trabalho em equipe
A jornada do atleta amador muitas vezes é solitária, sendo um compromisso pessoal consigo mesmo, a menos que participe de algum esporte coletivo. Por exemplo, se você é corredor, é provável que amarre os tênis e siga suas próprias regras, não é mesmo? Já o atleta profissional conta com um suporte técnico e médico para auxiliá-lo em seu desenvolvimento durante toda a trajetória esportiva.
Veja também: O que é Psicologia do Esporte?
A importância de investir na educação
Investir na educação vai além da oportunidade de garantir estabilidade financeira, mas também engloba a importância de formar cidadãos, ter melhores perspectivas profissionais e desenvolver habilidades. O Educa Mais Brasil, programa de inclusão à educação, promove bolsas de estudo para graduação e pós-graduação, com descontos de até 85%, uma chance para quem quer estudar, mas não pode arcar com o valor integral do curso.

