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Cuidados que os pais devem ter com criança no computador

Confira sete pontos de atenção indispensáveis às famílias
Cuidados que os pais devem ter com criança no computador

A tecnologia traz diferentes benefícios, uma delas é no âmbito da educação. Por meio da internet é possível acessar materiais relevantes de estudo e até ter mais autonomia na aprendizagem. Por outro lado, o uso excessivo de telas também é capaz de causar efeitos nocivos à saúde, segurança e privacidade dos usuários, pontos que as famílias e escolas precisam ficar atentos. Apoiado a isso, reunimos alguns cuidados que os pais devem ter com a criança no computador.


7 cuidados que os pais devem ter com criança no computador


1. Limitar o tempo de acesso


Documento que trata da promoção da saúde e o bem-estar de crianças e adolescentes, o Manual de Orientação #MenosTelas #MaisSaúde orienta limitar o tempo de telas, ao máximo de uma hora por dia, sempre com supervisão para crianças com idades entre dois e cinco anos. Elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre Saúde na Era Digital da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o material também traz informações para outras faixas etárias:


• Evitar a exposição de crianças menores de 2 anos às telas;

• Limitar o tempo de telas ao máximo de 1 a 2 horas por dia de crianças com idades entre 6 e 10 anos;

• Adolescentes com idades entre 11 e 18 anos, o tempo de telas e jogos de videogames devem ser, no máximo, de 2 a 3 horas por dia.


2. Evitar postagens que exponham a rotina


Entre os cuidados que os pais devem ter com a criança no computador está ainda a publicação de informações pessoais, um exemplo remete às postagens que identificam o nome da escola ou de outros lugares que fazem parte da rotina dos pequenos. De acordo com a “Cartilha de Privacidade" do Centro de Estudos para Resposta e Tratamento de Incidentes em Computadores (Cert), é importante orientar as crianças e os jovens sobre os riscos de exposição da intimidade.


3. Ajustar configurações de segurança e privacidade


Existem páginas web e aplicativos que oferecem ajustes de configurações de segurança e privacidade para que os usuários tenham controle de como suas informações serão usadas. Não limitado apenas às crianças, mas essas alterações de exposição devem ser observadas e feitas pelas famílias.


Criança no computador com senha limitada pelos pais.

Saber a senha de acesso é um dos cuidados que os pais devem ter. (Foto: Adobe Stock)


4. Usar aplicativos para monitorar o uso


Por falar em configurações de segurança, há aplicativos de monitoramento que as famílias podem utilizar para manter os cuidados com o uso de telas. Esses recursos são capazes de informar o tempo de uso, estabelecer acesso de conteúdo adequado à faixa etária, receber notificações e alertas e até mesmo ver a localização. Entre os exemplos de apps estão: Google Family Link e Life360.


5. Ter as senhas de acesso


Um dos cuidados importantes para acompanhar as crianças e adolescentes no uso do computador é ter conhecimento das senhas que utilizam para acessar contas, seja de aplicativos, redes sociais ou qualquer página web. É importante ainda que as famílias os orientem a não compartilharem as senhas com terceiros, pontuando os riscos dessa prática.


6. Saber com quem a criança está conectada


A internet é um espaço público e nela também há pessoas mal-intencionadas. É indispensável que os pais fiquem atentos com quem a criança e os jovens conversam na internet e com quem elas estão conectadas. Inclusive, uma das orientações de segurança e privacidade é ser seletiva ao aceitar seguidores nas redes sociais.


7. Estabelecer uma rotina de uso


Não apenas no ponto de segurança e privacidade, mas o uso excessivo do computador pode desencadear diversos problemas à saúde até a vida adulta. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, estão entre os exemplos: problemas auditivos, miopia, transtornos posturais, déficit de atenção, transtornos de sono, entre outros. Por isso, é importante que os pais estabeleçam uma rotina de uso.


Leia tambémDicas de como avaliar a segurança na escola do seu filho


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Fonte: Safernet, SBP e Cert

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