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Eleições 2026: o que os candidatos à Presidência propõem para a educação?

Planos de governo apresentam diferentes caminhos para financiamento, ensino integral, permanência dos estudantes, gestão escolar e expansão da rede pública e privada
Eleições 2026: o que os candidatos à Presidência propõem para a educação?

As eleições 2026 entram em uma fase decisiva, e a educação aparece entre os temas que podem ajudar o eleitor a diferenciar os projetos apresentados pelos candidatos à Presidência da República


O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, enquanto o segundo turno, se necessário, ocorrerá em 25 de outubro.  


Um levantamento publicado pelo InfoMoney, a partir da análise dos planos de governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio Bolsonaro, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury, mostra que existem alguns pontos em comum, como a preocupação com alfabetização, aprendizagem e formação dos estudantes. 


As diferenças aparecem principalmente na forma de financiar a educação e na relação entre governo, escolas e famílias. 


Educação nas eleições 2026: quais são as principais diferenças?


De acordo com o levantamento, uma das principais discussões envolve a utilização dos recursos públicos. Parte dos candidatos defende que uma parcela maior do dinheiro destinado à educação esteja relacionada ao desempenho das redes de ensino, enquanto outros priorizam a ampliação da oferta pública.


O Fundeb, principal mecanismo de financiamento da educação básica, está no centro dessa discussão. O fundo reúne recursos de estados e municípios e conta também com complementação da União. 


Atualmente, parte da complementação federal já considera critérios relacionados à melhoria dos indicadores educacionais e à gestão das redes. 


A seguir, veja como os seis candidatos analisados pelo InfoMoney tratam o tema.


  1. Romeu Zema (Novo) propõe vincular parte dos recursos da educação ao desempenho e à gestão das escolas. Também quer incentivar universidades e institutos federais conforme a empregabilidade dos formados. No Pé-de-Meia, defende que a parcela final seja condicionada a uma nota mínima no Enem
  2. Renan Santos (Missão) quer criar um ranking nacional de disciplina nas escolas e usar o resultado como critério para distribuir parte dos recursos do Fundeb. Escolas com melhor desempenho poderiam receber mais recursos.
  3. Lula (PT) propõe ampliar a rede pública com mais creches, escolas em tempo integral e institutos federais. Também mantém o Pé-de-Meia e o modelo atual do Fundeb.
  4. Flávio Bolsonaro (PL) propõe vincular repasses a metas de aprendizagem e criar um voucher para que famílias possam matricular os filhos em escolas ou creches privadas credenciadas quando não houver vagas na rede pública.
  5. Augusto Cury (Avante) concentra suas propostas em currículo, ensino em tempo integral e gestão das emoções nas escolas, sem detalhar mudanças no financiamento da educação.
  6. Ronaldo Caiado (PSD) propõe direcionar recursos para escolas com melhores avaliações e criar uma bolsa de permanência para estudantes com maior risco de abandonar os estudos. Também defende creches conveniadas onde faltarem vagas públicas.


O que está em jogo para a educação nas eleições 2026?


Apesar das diferenças, os planos analisados apresentam alguns pontos de convergência. A melhoria da aprendizagem, a alfabetização e a preparação dos estudantes para o futuro aparecem, em diferentes formatos, entre as prioridades.


A grande diferença está em como cada candidatura pretende alcançar esses objetivos. Enquanto alguns defendem recompensar resultados e ampliar mecanismos de parceria com o setor privado, outros priorizam investimentos diretos na rede pública e na expansão da oferta.


Para estudantes e famílias, conhecer essas propostas é uma forma de entender como uma eventual mudança no governo federal pode influenciar políticas relacionadas à escola, ensino médioeducação profissional, ensino superior e permanência estudantil.


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Independentemente das propostas que estarão em debate durante as eleições, buscar uma formação de qualidade continua sendo um passo importante para quem deseja ampliar as oportunidades acadêmicas e profissionais.


Para quem pretende começar ou continuar os estudos, as bolsas de estudo do Educa Mais Brasil podem ser uma alternativa para encontrar instituições de ensino com descontos nas mensalidades. Vale pesquisar as opções disponíveis e verificar quais cursos e instituições atendem aos seus objetivos.


Assim, enquanto as eleições discutem os caminhos da educação brasileira, estudantes e famílias também podem buscar alternativas para tornar o acesso ao ensino mais acessível.


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Fonte: InfoMoney e TSE Link

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