O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou oficialmente, na última segunda-feira (4), a mascote das Eleições 2026. Batizada de Pilili, a personagem foi revelada durante um evento que celebrou os 30 anos da urna eletrônica no país, com a presença da ministra Cármen Lúcia, atual presidente da Corte.
Inspirada na urna eletrônica, Pilili surge como uma figura simbólica da democracia brasileira. Definida como acessível, sociável e imparcial, a mascote terá o papel de representar a Justiça Eleitoral em campanhas educativas e institucionais, incentivando a participação da população no processo de votação.
Origem do nome e proposta da personagem
O nome Pilili remete ao som característico emitido pela urna eletrônica ao final do voto, ao pressionar a tecla “confirma”. A escolha reforça a familiaridade do eleitor brasileiro com o sistema eletrônico, adotado há três décadas no país.
A concepção da mascote começou em 2023, a partir de uma proposta da Coordenadoria de Mídias e Web da Secretaria de Comunicação e Multimídia do TSE. A ideia era criar uma figura capaz de dialogar com diferentes públicos, especialmente os mais jovens, utilizando linguagem acessível e formatos variados de comunicação.
Comunicação sem voz e presença multiplataforma
Apesar de ser descrita como comunicativa, Pilili não possui voz. Sua interação ocorre por meio de gestos, expressões visuais e recursos gráficos, como legendas e balões de fala em conteúdos digitais.
A mascote será utilizada em diferentes formatos, incluindo animações em 2D e 3D, vídeos educativos, tutoriais, conteúdos para redes sociais, infográficos e materiais impressos. A estratégia busca ampliar o alcance das campanhas eleitorais e fortalecer a educação política da população.
Representação da diversidade e neutralidade
Sem gênero definido, Pilili foi concebida para representar neutralidade e evitar estereótipos. Segundo o TSE, essa característica reforça o compromisso da Justiça Eleitoral com a imparcialidade e a inclusão.
A personagem poderá incorporar elementos culturais de diferentes regiões do Brasil, participando de festas populares e adaptando sua aparência conforme os contextos locais. A proposta é aproximar a comunicação institucional da realidade cultural dos eleitores.
Incentivo à participação e à cidadania
A principal missão de Pilili será estimular o engajamento cívico, especialmente entre os jovens eleitores. A mascote deve percorrer o país em ações de conscientização, destacando a importância do voto e da escolha responsável.
Durante o lançamento, a ministra Cármen Lúcia ressaltou o papel histórico da urna eletrônica na consolidação do processo democrático brasileiro, destacando avanços como a redução de fraudes e a garantia da legitimidade dos resultados eleitorais.
Com uma abordagem lúdica e educativa, Pilili representa uma nova estratégia de comunicação do TSE, que aposta na linguagem visual e na proximidade com o público para fortalecer a democracia e ampliar a participação nas Eleições 2026.
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Qual curso fazer para ser político?
Não há um curso obrigatório para ser político, já que a atuação depende do voto, mas a formação acadêmica faz diferença. Áreas como Direito, Ciência Política, Administração, Gestão Pública, Economia e Comunicação são as mais indicadas por desenvolverem conhecimentos sobre leis, gestão e políticas públicas.
Cursos como Sociologia, História e Pedagogia também ajudam a compreender a sociedade e suas demandas. Para quem busca qualificação com menor custo, o Educa Mais Brasil oferece bolsas de estudo em graduação e pós-graduação, presenciais e a distância.
Investir em educação é um passo importante para construir uma carreira política mais preparada, ética e alinhada às necessidades da população.

